O padrão nacional trouxe uma sopa de letrinhas nova. Tradução rápida, termo a termo:
DPS — Declaração de Prestação de Serviços
O documento que o prestador transmite ao sistema. Validada, a DPS se converte na NFS-e. É o "rascunho oficial" que dá origem à nota.
ADN — Ambiente de Dados Nacional
O repositório central do padrão: toda NFS-e nacional (emitida pelo Emissor Nacional ou por emissor municipal integrado) fica armazenada nele, disponível para consulta autenticada via API.
NSU — Número Sequencial Único
O "contador de esteira" da distribuição de documentos: cada documento novo para uma empresa recebe um NSU crescente. Quem consome a API guarda o último NSU processado e pede "o que veio depois" — é assim que ferramentas baixam só as notas novas a cada sincronização.
Emissor Nacional
A plataforma pública e gratuita de emissão (web e app gov.br), adotada por 45,2% dos municípios (julho/2026). Os demais mantêm emissor próprio integrado ao ADN. Veja o que o seu município usa.
MAN — Módulo de Apuração Nacional
Módulo do padrão voltado à apuração assistida do ISSQN (e, com a reforma, integração com a apuração de IBS/CBS) a partir dos documentos do ADN.
Eventos e chave de acesso
Como na NF-e, a NFS-e nacional tem chave de acesso única de 50 posições e eventos vinculados (cancelamento, substituição etc.) — tudo recuperável pela mesma distribuição por NSU.
O Painel NFS-e conecta no padrão nacional com certificado A1 e baixa as notas emitidas e recebidas de todos os seus clientes — organizadas por empresa e competência.
Guia informativo — consulte sempre a documentação técnica oficial no portal gov.br/nfse.