Com o padrão nacional, os XMLs das NFS-e ficam no Ambiente de Dados Nacional (ADN) — e há três caminhos para acessá-los.
1. Portal do contribuinte (manual)
Cada empresa pode entrar no portal do Emissor Nacional (gov.br) e baixar as próprias notas, uma a uma. Funciona para o dono da empresa; não escala para um escritório com dezenas de CNPJs.
2. API oficial com certificado digital (automatizável)
O ADN expõe uma API de distribuição de documentos: com o certificado digital A1 da empresa (mTLS ICP-Brasil), é possível consultar e baixar todos os XMLs — emitidos e recebidos — de forma programática, usando o cursor NSU (número sequencial único) para buscar só o que é novo a cada consulta. É o mesmo mecanismo dos grandes ERPs.
3. Ferramenta que automatiza a carteira inteira (o caminho do escritório)
Para escritórios contábeis, o gargalo não é técnico — é operacional: dezenas de certificados, centenas de empresas, download recorrente, organização por competência. É exatamente o que o Painel NFS-e faz: você envia o certificado A1 de cada cliente uma única vez, e o painel baixa tudo automaticamente, todos os dias, organizado por empresa, categoria (emitidas/recebidas) e mês — com relatórios e exportação.
O Painel NFS-e conecta no padrão nacional com certificado A1 e baixa as notas emitidas e recebidas de todos os seus clientes — organizadas por empresa e competência.
Perguntas frequentes
Preciso do certificado do cliente para baixar as notas dele?
Sim — o acesso à API é autenticado pelo certificado digital da própria
empresa (A1). É o modelo de segurança do padrão nacional. Veja o guia:
certificado A1 para NFS-e.
Consigo baixar notas antigas?
A distribuição por NSU permite recuperar o histórico disponível no ADN do
documento da empresa, além das notas novas a cada sincronização.
E os municípios que não usam o Emissor Nacional?
Se o município é aderente ao ADN com emissor próprio, os documentos também
são compartilhados no padrão.
Confira a situação do seu município.