O acesso às NFS-e do padrão nacional é autenticado por certificado digital ICP-Brasil da empresa. Para automatizar o download, o formato que importa é o A1.
A1 × A3: qual a diferença
- A1 — um arquivo digital (.pfx/.p12) com validade de 1 ano, instalado em qualquer sistema. Por ser um arquivo, permite automação: um painel pode usá-lo para consultar a API do ADN sem intervenção humana;
- A3 — cartão ou token físico, validade maior, mas exige o dispositivo conectado a cada uso — inviável para rotinas automáticas.
Regra prática do escritório: para automatizar NFS-e, o cliente precisa de A1.
Como o escritório usa o certificado do cliente
O modelo é simples e seguro: o cliente envia o arquivo A1 e a senha uma única vez; a ferramenta guarda o certificado cifrado e o usa exclusivamente para autenticar as consultas daquela empresa na API oficial. No Painel NFS-e, o certificado fica criptografado, a senha nunca é exposta, e o sistema ainda avisa quando o certificado está perto de vencer — um lembrete que vira até oportunidade de renovação para o escritório parceiro.
O Painel NFS-e conecta no padrão nacional com certificado A1 e baixa as notas emitidas e recebidas de todos os seus clientes — organizadas por empresa e competência.
Perguntas frequentes
Posso usar procuração eletrônica em vez do certificado do cliente?
Para a API de distribuição do padrão nacional, a autenticação é pelo
certificado da própria empresa — por isso o A1 do cliente é o caminho
padrão para automação.
O que acontece quando o certificado vence?
As consultas param de funcionar até a renovação. Ferramentas com alerta de
vencimento evitam a interrupção — e o painel mostra a validade de todos os
certificados da carteira numa tela só.